Ao defender o levantamento dos sigilos dos processos envolvendo o caso do Banco Master, o candidato afirmou que este caminho seria uma “questão de pacificação nacional" e criticou “vazamentos seletivos”.
“O Brasil precisa saber o que aconteceu nesse caso, os ministros precisam ser afastados. Quando fica na briga — afasta Moraes mas não revela o que está acontecendo no caso Vorcaro e do Dark Horse — fica aquele clima de vazamento seletivo ou uma facção do STF ganhou da outra”, afirmou. Durante a sabatina, o presidenciável disse que a Corte se tornou um ente “ilegítimo” e voltou a defender a desobediência de decisões judiciais. Segundo ele, seguir as determinações dos ministros Moraes e Toffoli seria “loucura” e, na prática, equivaleria a obedecer ordens de Vorcaro.
“Falar que uma decisão do STF que afete a vida das pessoas ou a economia brasileira vinda de um ministro como Toffoli e Moraes é válida, é loucura. O próximo presidente tem que deixar claro que, até que essa controvérsia se resolva, ele não vai acatar decisões oriundas desses ministros”, disse.